Música, segundo definição de "Paschoal Bona", é a arte de manisfestarmos os diversos afetos de nossa alma mediante o som...afeto, segundo Aurélio Buarque de Holanda, pode significar amizade, amor, afeição...alma, segundo, também, o mesmo Aurélio: principio espiritual do homem concebido como separável do corpo imortal...som, olha o Aurélio aí novamente: fenômeno acústico...
Letra, me ajude Aurélio, cada um dos sinais gráficos elementares correspondentes aos diversos sons de uma língua...apesar de não ser um grande apreciador de convenções tenho de admitir que ela impõe uma certa lógica ao Caos, põe um certa disciplina num processo criativo...logo, me permito tomar a definição de Música descrita acima como uma convenção...essa escolha me permite também expor a ácidez, inevitável com que analiso e avalio o que andam produzindo por aí...que saudades dos tempos quem não existiam Músicas acéfalas...tempo sem eguinhas pocótos...reboletions...e coisas afins...tempo este em que um compositor era exatamente isto: compositor...leia e inspire-se: "Vem a mim oh Música! Vem no ar. Ouve de ondes estás a minha súplica! Que eu bem sei talvez não seja a única...!" Salve: Paulo Cezar Pinheiro!
segunda-feira, 27 de junho de 2011
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Perdeu Playboy!?
Depois de um dia daqueles, onde a Lei me Murphi predominou...após 10 horas de trabalho, mais 2 horas de engarrafamento para conseguir chegar a tempo na faculdade e fazer a prova de Cálculo 3...mais hora e meia lutando com integrais e derivadas...finalmente chego ao estacionamento, entro no meu possante, financiando no leasing em 60 meses, afrouxo o cadarço do tênis que comprei semana passada em seis vezes cartão, ligo o carro já pensando na volta prá casa...no caminho ligo o DVD comprado numa promoção em 12 vezes no cartão, e sigo curtindo o som e algumas imagens...um pequeno resumo dos problemas enfrentados no decorrer do dia, emergem na mente espontâneamente...viajo nestas divagações...penso nas 42 prestações restantes do carro, na mensalidade da faculdade que já vai vencer, no condomínio que já venceu, no financiamento da casa que está mais atrasado ainda...desligo o ar condicionado e baixo o vidro para arejar as idéias...o sinal muda para amarelo a minha frente...vou reduzindo lentamente até parar próximo a faixa de pedestres...não sei de onde surge, de tão rápido que é, um elemento com uma pistola apontada na direção de minha cabeça...nervoso aos berros ele anuncia: Perdeu Playboy! O estampido do tiro e a escuridão que se seguiu não permitiram que eu respondesse a anunciação...gostaria de poder ter dito num tom bem sereno: Playboy? Acordo às 05:30h de segunda a sábado, trabalho mais de 60 horas por semana, estudo mais de 24 horas por semana, durmo menos de 5 horas por dia...sou um assalariado diferenciado por ser também um eterno estudante...como Você formulou este conceito a meu respeito...? Como diz um trecho do Samba de Silvio da Silva, cantado por Zeca Pagodinho: "Pago tudo que consumo com o suor do meu emprego"...o mercado está ávido por profissionais como eu...Você também poder ser um...infelizmente não tive a oportunidade de dizer isto...não sei qual era a história de vida dele, mas ele interrompeu a minha...
Infelizmente, esta eu não vou conseguir comparar...
Infelizmente, esta eu não vou conseguir comparar...
Prazer em conhecê-lo!
Sou um grande apreciador de leituras...leio um pouco de tudo...de bulas de remédios a livros didáticos, clássicos da literatura nacional e internacional, manuais técnicos, post, artigos, revistas, jornais...não leio o tanto quanto gostaria, mas, ainda chego lá...atualmente estou relendo "O afeto que se encerra" do falecido jornalista Paulo Francis...e foi justamente da releitura deste livro - abro um parentêses - " li este livro em janeiro próximo passado (jan/2011), ganhei de presente no amigo oculto da trabalho" - fecho parentêses - continuando...a releitura deste livro me despertou uma idéia antiga de começar a escrever...não sou nenhum grande conhecedor das palavras, mas sou um amante e sendo amante vou procurar não magoá-las e nem a quem, por ventura, ou desventura, venha ler estas mal traçadas linhas...viva a internet!
Além de leitor apaixonado, sou um observador nato, bom pelo menos eu acho, e nas minhas observações fatalmente caio na armadilha da comparação...digo armadilha pois depois que caio não é fácil sair...voltando ao livro do Paulo Francis, achei incrível o fato relatado por ele: o mais distante que foi dentro da "cidade do Rio de Janeiro" foi ao bairro da Penha ( no subúrbio na zona da Leopodina, 31KM distante da Vieira Souto, segundo o Google Maps), e achou o fim do mundo...este é o segundo livro que leio do Paulo Francis (o primeiro foi " As Filhas do Segundo Sexo")...não conheço bem sua obra e trajetória, mas pelo li neste livro me dou o direito de enquadrá-lo na categoria de habitante da "Cidade do Rio de Janeiro" que parece crer que o mundo acaba do outro lado do Túnel Rebouças...alguma Agremiação do Samba, não me lembro qual, fez um carnaval sobre este tema, se estiver errado, que me perdoem...e por este motivo caio na armadilha da comparação...num livro de memórias temos a oportunidade de ver particularidades do autor...conseguimos enxergar um pouco do lado humano...porque enquanto humanos somos todos iguais...não adianta reclamar...independente da posição que você ocupe na pirâmide da estratificação social...Você terá as mesmas necessidades fisiológicas, estará sujeito as mesmas dores, paixões, perdas...enfim ser humano é ser humano, mesmo não agindo com humanidade...voltando à armadilha...porque será que quem está na base da Pirâmide, consegue enxergar quem está no topo e desejar chegar lá, porém quem está no topo não faz nem idéia que exista uma base e logo não consegue nem imaginar o que acontece lá! E olha que aqui no Rio não é necessário, sair da Zona Sul para ver e enxergar: Probreza, Miséria...e outras Mazelas produzidas por Nossa Sociedade...
Muito Prazer em Conhecê-lo! Me Chamo José Carlos Bento, tenho 40 anos, Sou Técnico em Mecânica, Moro na região de Jacarepágua, na zona Oeste do Rio de Janeiro. E estou tentando colocar idéias no papel.
Além de leitor apaixonado, sou um observador nato, bom pelo menos eu acho, e nas minhas observações fatalmente caio na armadilha da comparação...digo armadilha pois depois que caio não é fácil sair...voltando ao livro do Paulo Francis, achei incrível o fato relatado por ele: o mais distante que foi dentro da "cidade do Rio de Janeiro" foi ao bairro da Penha ( no subúrbio na zona da Leopodina, 31KM distante da Vieira Souto, segundo o Google Maps), e achou o fim do mundo...este é o segundo livro que leio do Paulo Francis (o primeiro foi " As Filhas do Segundo Sexo")...não conheço bem sua obra e trajetória, mas pelo li neste livro me dou o direito de enquadrá-lo na categoria de habitante da "Cidade do Rio de Janeiro" que parece crer que o mundo acaba do outro lado do Túnel Rebouças...alguma Agremiação do Samba, não me lembro qual, fez um carnaval sobre este tema, se estiver errado, que me perdoem...e por este motivo caio na armadilha da comparação...num livro de memórias temos a oportunidade de ver particularidades do autor...conseguimos enxergar um pouco do lado humano...porque enquanto humanos somos todos iguais...não adianta reclamar...independente da posição que você ocupe na pirâmide da estratificação social...Você terá as mesmas necessidades fisiológicas, estará sujeito as mesmas dores, paixões, perdas...enfim ser humano é ser humano, mesmo não agindo com humanidade...voltando à armadilha...porque será que quem está na base da Pirâmide, consegue enxergar quem está no topo e desejar chegar lá, porém quem está no topo não faz nem idéia que exista uma base e logo não consegue nem imaginar o que acontece lá! E olha que aqui no Rio não é necessário, sair da Zona Sul para ver e enxergar: Probreza, Miséria...e outras Mazelas produzidas por Nossa Sociedade...
Muito Prazer em Conhecê-lo! Me Chamo José Carlos Bento, tenho 40 anos, Sou Técnico em Mecânica, Moro na região de Jacarepágua, na zona Oeste do Rio de Janeiro. E estou tentando colocar idéias no papel.
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